quinta-feira, 24 de maio de 2018

Inclusão Escolar


O que é inclusão escolar?
Inclusão escolar é acolher todas as pessoas, sem exceção, no sistema de ensino, independentemente de cor, classe social e condições físicas e psicológicas. O termo é associado mais comumente à inclusão educacional de pessoas com deficiência física e mental.
Recusar-se a ensinar crianças e jovens com necessidades educacionais especiais (NEE) é crime: todas as instituições devem oferecer atendimento especializado, chamado de Educação Especial. No entanto, o termo não deve ser confundido com escolarização especial, que atende os portadores de deficiência em uma sala de aula ou escola separada, apenas formadas de crianças com NEE. Isso também é ilegal.
O artigo 208 da Constituição brasileira especifica que é dever do Estado garantir "atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino", condição que também consta no artigo 54 do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).
A legislação também obriga as escolas a terem professores de ensino regular preparados para ajudar alunos com necessidades especiais a se integrarem nas classes comuns. Ou seja, uma criança portadora de deficiência não deve ter de procurar uma escola especializada. Ela tem direito a cursar instituições comuns, e é dever dos professores elaborar e aplicar atividades que levem em conta as necessidades específicas dela.
No caso da alfabetização para cegos, por exemplo, o aluno tem direito a usar materiais adaptados ao letramento especial, como livros didáticos transcritos em braille para escrever durante as aulas. De acordo com o decreto 6.571, de 17 de setembro de 2008, o Estado deve oferecer apoio técnico e financeiro para que o atendimento especializado esteja presente em toda a rede pública de ensino. Mas o gestor da escola e as Secretarias de Educação e administração é que precisam requerer os recursos para isso.
Às vezes o atendimento escolar especial (AEE) deve ser feito com um profissional auxiliar, em caso de paralisia cerebral, por exemplo. Esse profissional auxilia na execução das atividades, na alimentação e na higiene pessoal. O professor e o responsável pelo AEE devem coordenar o trabalho e planejar as atividades. O auxiliar não foge do tema da aula, que é comum a todos os alunos, mas o adapta da melhor forma possível para que o aluno consiga acompanhar o resto da classe.
Mas a preparação da escola não deve ser apenas dentro da sala de aula: alunos com deficiência física necessitam de espaços modificados, como rampas, elevadores (se necessário), corrimões e banheiros adaptados. Engrossadores de lápis, apoio para braços, tesouras especiais e quadros magnéticos são algumas tecnologias assistivas que podem ajudar o desempenho das crianças e jovens com dificuldades motoras.

Bibliografia: Portal da Educação

Preconceito

PRECONCEITO SEM CONCEITO.

Sou negro, sou nordestino
dizem que sou diferente
sou mais um deficiente
que não tem cabelo fino
sou mulato, sou albino
sou Francisco e sou João
eu sou Índio, sou anão
sou assim, esse é meu jeito
e as pedras do preconceito
não servem na construção.

Sou do sul, sou do sudeste
sou do centro, sou do norte
sou mais um caboclo forte
sou vaqueiro do nordeste
sou filho do pai celeste
sou de qualquer região
sem mudar o meu conceito
e as pedras do preconceito
não servem na construção.

Sou mais um ser dessa vida
como qualquer outro ser
mas não consigo entender
gente de mente atrevida
bate na mesma ferida
e fere sem pedir perdão
aqui bate um coração
e sua cor não tem defeito
e as pedras do preconceito
não servem na construção.

Guibson Medeiros

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Produção de texto

Na interdisciplina do seminário integrador sobre produção de texto fizemos atividades bem interessantes, que nos mostrou que podemos elaborar textos de forma mais fácil, aplicando algumas técnicas.
A elaboração de um texto de forma geral não é fácil, ter propriedade do que vai escrever não perdendo a coerência.
Podemos estimular os alunos a escreverem um texto, através de técnicas.
A apreciação pela leitura e um vocabulário extenso são muito importantes na construção de um texto de qualidade.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Preconceito

Na primeira aula do sexto semestre na interdisciplina de Questões Étnicos Raciais Sociologia e História falamos sobre todos os tipos de preconceitos, sobre escritores que fazem parte desta discriminação.
Vivemos num país de diversidade, brancos , negros, índios, pardos, amarelos, mesmo assim com muitos preconceitos , de cor , de sexo , situação financeira e etc...
Em geral no mundo o preconceito é forte, mesmo com tantas etnias, separar pessoas por cor, sexo, opção sexual infelizmente faz parte de nós,  que no meu ponto de vista sempre discriminatória.
Todos somos iguais , seres humanos , ninguém é melhor ou pior por ser diferente.

terça-feira, 18 de julho de 2017

Um ser especial dentro de mim

** Vale a Pena Ler e Compartilhar **

Antes de ficar grávida, pouquíssimas coisas se sabe sobre a gravidez. Desconfia que a barriga pesa, que dá vontade de fazer xixi toda hora, e que a gravidez dura 9 meses. Pobre coitada, sabe de nada inocente! Rrsrs'
Logo no começo existem umas cólicas horríveis.
Tem uma fome louca que passa depois de 3 colheradas de comida.
Sentir vontade de comer alguma coisa, e ter quase certeza que vai vomitar.
Aaah gente... como é difícil entender esse negócio de semanas, que se sabe as semanas e não sabe o mês.
Aí, o ginecologista diz uma data, a ultrassom diz outra e a outra ultrassom diz outra. Então o bebê irá nascer numa data que você não sabe entre 30 dias possíveis.
Você está com 4 meses... se tem barriga grande as pessoas falam: "Nossa, seu bebê deve ser grande!!" ...
Se a barriga não está aparecendo ainda, falam: "Nossa, nem parece que está grávida!!"
A barriga agora tem um imã de mãos... Várias mãos querem tocá-la, pedem pro bebê mexer... aquela pessoa que mal te dizia 'bom dia' no trabalho, agora quer ficar alisando sua barriga! 😒😒
E quando o bebê mexe a primeira vez... você não sabe se foi o bebê ou se foi gases.
Depois de um tempo você se acostuma, mesmo assim é estranho você não ter mais controle do seu corpo.
O bebê cresce e começa brincar com suas costelas... como isso dói... As costelas é um balanço e sua bexiga é um pula-pula.
Você não dorme mais, seu bebê é baladeiro, é só deitar que começa a folia.
Você está cansada, e depois de 35 semanas parece que cada semana é um mês.
E você pensa que está um pouco estragada...
Azia, azia, azia...
Sua memória está horrível...Você chora até com o comercial de papel higiênico...
Você está desastrada...
Incha e desincha...
Mesmo tomando banho de óleo estourou estrias nas últimas semanas...
Não consegue se depilar sem a ajuda de um espelho ou do maridão...
Usar tênis com cadarço somente com ajuda de terceiros...
Chinelo vira seu calçado favorito.
Se decidiu fazer parto normal, falam: "Nossa, porque você quer sentir dor?!", se cesárea: "Nossa, mas parto normal é tão bom!".
E no final das contas, você só quer que seu bebê nasça, ele entrou e precisa sair.
E de todas as coisas que você não sabia a mais importante é o amor.
Como é possível amar tanto uma pessoinha que você nunca nem viu?! Um amor que você não consegue explicar!!
Algo que te completa e que te faz mudar, te faz enxergar o mundo de outra forma.
Dizem que não existe uma gravidez igual a outra, cada momento vivido com uma outra vida dentro de você é único.
Viva, curta e aproveite!!
A única certeza que se tem após uma gravidez é que sua vida mudará para sempre. ❤

****Não encontrei o autor do texto****

Fim de semestre

Fim de semestre chegando, a correria de colocar todos os trabalhos em dia, aquela reflexão que você poderia ser uma aluna mais dedicada e ter feito mais, mas como diz um velho ditado " Tudo a seu tempo ".
Trabalhar em tempo integral, ter família, casa pra cuidar, e estudar não é fácil.Ser mãe,  mulher, professora, faxineira, cozinheira, e muitas vezes psicólogas e etc, pois é nós mulheres somos guerreiras, quase  ninjas.
Mas como é bom saber que conseguimos conciliar tudo e todos ao mesmo tempo, ou quase.
 Estou passando por um momento de mudanças, no corpo e mente, grávida de cinco meses, um momento muito especial e delicado, que tenho que conciliar com tudo ao meu redor.
Este semestre foi o mais complicado,pois ligar com enjoos, e mudanças no meu corpo, fazer trabalhos. Nossa que semestre!!!!

Sobre a atual crise brasileira

A ciclópica crise que vivemos está desnudando a vida política do País.
As boas notícias. Jamais houve golpe, no Brasil, sem a participação dos militares. Hoje, as Forças Armadas desempenham um papel estritamente profissional, sem nenhuma pretensão política.
Déficit de cidadania é traço marcante da democracia brasileira. Em raros momentos, o povo foi às ruas, para revelar sua vontade. Desde 2014, percebe-se que algo mudou e as manifestações populares passaram a vocalizar o inconformismo do povo contra a corrupção e o desgoverno.
Até bem pouco tempo, ninguém poderia imaginar eficácia no enfrentamento da corrupção. A Operação Lava-Jato está demonstrando que esse objetivo é factível.
As más notícias. A violência, que já faz parte do cotidiano dos brasileiros, transferiu-se para a política.
Nas ruas e nas redes sociais, há uma preocupante polarização, que foi precedida pelo recorrente discurso do “nós contra eles”.
Se nas ruas as agressões físicas e os atentados ao patrimônio se converteram em rotina, nas redes sociais sobressaem a difamação, a adulteração de textos e imagens e a desqualificação, por mera divergência de opiniões, de virtudes intelectuais e artísticas.
O debate político em torno do afastamento ou não da Presidente da República é recheado de sofismas e desvarios.
Obviamente, não vai haver golpe. Não há golpe quando se recorre a institutos abonados pela Constituição, observados ritos reconhecidos como constitucionais pelo STF.
É evidente que não há impeachment sem crime de responsabilidade. Esse juízo, entretanto, é feito por quem julga – no caso, o Congresso Nacional -, e não por quem é acusado. Pesquisa com condenados, em uma penitenciária, iria concluir que todos são inocentes.
Alguns demandam a renúncia do Presidente e do Vice-Presidente. Renúncia é ato de vontade unilateral. Não se exige, mesmo porque há risco de ver essa pretensão ser rechaçada com um rotundo não.
Outros bradam a bandeira das eleições gerais, que se presume alcançar todos os mandatos eletivos. Essa ideia já foi suscitada no governo militar. Ganhou o merecido apelido de “Emenda Jim Jones”, por referência a um líder religioso que se suicidou na Guiana, em 1978, e levou consigo todos os seus seguidores, na esperança de um encontro no Paraíso.
Receio que uma emenda constitucional que venha a cassar todos os detentores de mandato eletivo venha a ser tida como inconstitucional, por ofender à soberania popular, sabendo-se que mandatos somente são revogáveis nas hipóteses já previstas na Constituição.
Parece-me que a proposta é mera manobra diversionista ou expediente de conveniência para pretensões eleitorais. A tese se habilita, com mérito, a troféu no torneio das ideias ruins.

Futuro da política brasileira

O futuro. É muito difícil conceber cenários para a crise brasileira, em virtude do caráter não linear e imprevisível da Operação Lava-Jato, das decisões judiciais no âmbito do julgamento das contas eleitorais de 2014 e dos recursos contra os processos de afastamento da Presidente, e das manobras espúrias de cooptação de parlamentares no Congresso.
Arrisco-me a imaginar dois cenários possíveis: a agonia prolongada ou a transição dolorosa.
Se não ocorrer o afastamento da Presidente no curto prazo, teremos uma agonia prolongada. A crise econômica não vai ceder, podendo aumentar caso se recorra a pajelanças. As manifestações de hostilidade ao governo continuarão fortes. O ministério, que se prenuncia, vai dar a concretude ao “governo dos piores” (a “kakistrocracia”, para utilizar a expressão cunhada por Michelangelo Bovero).
Caso o Vice-Presidente assuma a presidência, haverá uma transição dolorosa. Os defenestrados não vão dar trégua. Sindicatos e movimentos autodenominados sociais, financiados com dinheiro do imposto sindical e subsídios governamentais, vão usar de todos os recursos para infernizar a vida dos novos governantes. Os partidos apeados do poder vão recorrer a um discurso de vitimização, que incluirá a falsa alegação de golpe.
Um alento inicial, que decorreria do restabelecimento de expectativas no mercado, pode ser seguido de uma frustração dos que demandam mudanças rápidas, que são inviáveis no curto prazo.
A superação da crise vai requerer talento, habilidade negocial e transparência. E, sobretudo, respeito à lei e às decisões judiciais. É assim que funciona no estado democrático de direito.

Biografia: Everardo Maciel